Fim do vaivém
Destaque é que, nesse pulo-do-gato, os custos para o cliente não acompanharam a diferença de qualidade entre os métodos de rotulagem antigo e no novo, como seria de se supor pelo senso comum. Ocorre que a Garboni não possui tampografia em seu parque, o que a obrigava a remeter os antigos potes para um terceiro, que depois os os devolvia para, aí sim, serem entregues ao laboratório. " Com a eliminação dessa logística complexa, repleta de manuseios, o custo do novo pote praticamente empata com o do antigo", afirma Souza. " Também vale lembrar que, como temos embalagens acabadas já na fase de injeção, quase não há perdas".
Nesses primeiros meses de produção da nova embalagem, feita numa estação de injeção de Sandretto, a Garboni trabalhará com um leque variado de fornecedores locais dos rótulos para in-mold, normalmente feitos de BOPP, para estipular um parceiro definitivo. A intenção da empresa, agora, é difundir os apelos do in-mold, fazendo aumentar a carteira de clientes na área de potes decorados com os rótulos permanentes.
" Nosso focos são a indústria farmacêutica, pela abundância de cremes em estojos e potes, os cosméticos e até alimentos, como balas e confeitos", sintetiza o profissional da Garboni. Um novo cliente, no além-mar, já foi conquistado: um fabricante africano das pastilhas Valda, que viu a nova embalagem, gostou e já as está importando.